sexta-feira, 31 de maio de 2019

Creme de Morangos

Azulejos : semanario illustrado de sciencias, lettras e artes
Ano 1, série 1, n.º 9, 18 de Novembro de 1907, pág.8


Creme de Morangos

Postos os morangos ao lume em uma caçarola com açúcar e esmagados com a colher, deitem-se em leite e gemas de ovos, passem-se pela peneira, derramem-se no prato, cozam-se no forno e sirva-se a mistura guarnecida de morangos em redor.

A autora Laura Santos tem uma receita que vai beber muito a esta, embora com ligeiras alterações. Pode consultar a receita de Creme de Morangos de Laura Santos, aqui.

Sopa de Chá

Jornal das Senhoras, ano 1, nº 14 - 20 de Fevereiro de 1905

Sopa de Chá

Esta sopa é especialmente destinada para os almoços e prepara-se da seguinte forma: Deitam-se numa tigela apropriada fatias de pão com manteiga e polvilhadas com açúcar, sem seguida molham-se com uma infusão de chá bem forte e adiciona-se uma porção de leite, dupla da porção de chá.

Para um chá de qualidade, recomenda-se visita à incrível loja Companhia Portugueza do Chá, na morada Rua do Poço dos Negros, 123. 1200-337 Lisboa

quinta-feira, 16 de maio de 2019

Bolinhos de amor

 AAVV. Gastronomia: Património do Tâmega e Sousa. Ed. Rota do Românico, Dez. de 2014

Bolinhos de Amor

Ingredientes: (para a massa) 6 ovos inteiros, 8 gemas de ovo, 150 gr. de açúcar, 250 gr. de farinha e raspa de 1 limão; (para a cobertura) 150 gr. de açúcar em pó, 1 clara de ovo e sumo de 1 limão.

Modo de confecção: misturam-se os ovos inteiros, as gemas e o açúcar. Bate-se durante 20 minutos, sem parar, até obter uma massa fofa. Adicionam-se a farinha peneirada e a raspa de limão. Num tabuleiro com papel vegetal untado, colocam-se pequenas porções de massa, bem separadas.
Para fazer estas porções utiliza-se uma colher de sopa. De seguida, coloca-se o tabuleiro no forno, pré-aquecido a 200º C, durante 10 minutos. Quando estiverem cozidas, retiram-se do tabuleiro e deixam-se arrefecer. Para a confecção da cobertura, batem-se o açúcar, a clara de ovo e o sumo de limão até ficar tudo bem misturado. Convém que o açúcar esteja no ponto pérola. Com este preparado ainda quente, untam-se os bolos e deixa-se secar. A tradição refere que o açúcar deve estar bem quente, sendo que os riscos devem ser feitos com os dedos. Contudo, é preciso ter o máximo cuidado para não se queimar.

Gastronomia: Património imaterial do Tâmega e Sousa


Depois de um longo período, que combinou algum trabalho e, depois, férias merecidas, venho de novo à vossa companhia.
Desta vez trago um belíssimo livro dedicado à Gastronomia dos vales do Tâmega e do Sousa. Com a chancela Rota do Românico, este livro é um apanhado excelente das iguarias que povoam, a par com as igrejas, mosteiros, pontes e torres românicas, aquela belíssima região.

A Rota do Românico é das coisas mais bem feitas, turística e historicamente falando, que temos em Portugal. É um circuito por 58 monumentos românicos ou com raízes no românico numa área que abrange três vales: Tâmega, Sousa e Douro. É pura magia. Do património edificado à paisagem, passando pelas gentes e pela gastronomia, é uma viagem por um Portugal de antanho.


Podem explorar o muito bem feito site da Rota do Românico - www.rotasdoromanico.pt - ou explorar a igualmente bem feita App para telemóveis e tablets: https://www.microsoft.com/store/productId/9WZDNCRCS9P3 

O Ponto de Partida para a dita Rota do Românico deverá ser, na minha opinião, o incrível Centro de Interpretação da Rota do Românico, na Lousada.

Para aguçar o apetite, aqui vão algumas fotos tiradas por mim: